Flat Image

 

Flat Image responds to the need for reduction in scale during increasingly unaffordable times. The works selected reflect on larger reality by making it into a two-dimensional image, bringing vast spaces into the confines of a small gallery perimeter. Artists Olivia Bax, Nicky Coutts, Theodore Ereira-Guyer, Sam Llewellyn-Jones, Felippe Moraes, and Jorge Santos are set in a prolific dialogue and in close proximity to each other. In the exhibition reduction is considered not only as the timeless effort to approximate reality through the limits of representation, but also as a practical and unpredictable solution to the problem of living expenses. Can a small space allow for a greater concentration of dialogue when artists come together? How does the flat image expand the confines of spacial and temporal scale? The show is a prompt to see the artworks as copies of interpretations of reality. What is gained when this information is shared and travels through the visitors?

Flat Image includes painting, sculpture, print and photography. It considers the potential of reduction of scale and space in the present constraints.

Flat image presents the works of six artists Olivia Bax, Nicky Coutts, Theodore Ereira-Guyer, Sam Llewellyn-Jones, Felippe Moraes, Jorge Santos. It is curated by Giulia Damiani and Theodore Ereira-Guyer.


Flower Ornament

 

An expression of the work of visual Jorge Santos and his privileged experience of nature, Flower Ornament debuts at the Fundação Ricardo do Espírito Santo's Museu de Artes Decorativas Portuguesas and is part of the side programme of ARCOlisboa 2017. Come to open it on may 11th at 6.30pm or visit it until june 30th (from 10am 10a5pm, wednesday to monday, at Largo das Portas do Sol 2).

Flower Ornament is an instalation gathering drawings of flower compositions made by using a printmaking technique called "blind or inkless printing", that prints by stamping/pressing a concavous hard surface onto paper. Jorge Santos' creations will be on display at the museum's temporary exhibition room, in a dialogue between the decorative arts (which set the venue's reputation) and contemporary art (where the artist is inscribed).


Entre / Between

De 05 de Maio a 7 de Junho de 2017, Jorge Santos ocupa uma das quatro salas de exposição do Colégio das Artes, apresentando três obras que se encadeiam numa leitura conjunta.
Trabalhando sobre a percepção e sobre a forma como algo se manifesta, Jorge Santos está atento à relação entre o que o permanece e o que se ausenta, e centrando-se na passagem do tempo e no revelar do outro, as imagens que constrói promovem um grau de ambiguidade e um estado de transição. Entre o que é visivel e o que é sugestionado, o artista debate-se uma condição de passagem, e uma ideia de limite.

No seu trabalho existem sempre dois locais – aquele onde permanecemos, e aquele que mais à frente se anuncia. Como no cinema, a ligação que se estabelece é feita por uma relação entre planos. Uma relação entre a figura que recorta um limite para o espaço onde nos retemos, e o fundo que promete uma expansão para o espaço que se adivinha.

Na gestão dessa fronteira, o limite é por vezes dúbio e a passagem incerta. E quem observa está cativo de um instante, entre o ficar e o seguir, como que simultaneamente escondido e atraído pelo que à frente se anuncia.


Bucólico


Neste mês de Janeiro saiu na revista contemporânea um artigo sobre o trabalho de Jorge Santos, onde apresenta parte da série Bucólico e um vídeo com o mesmo nome feito para esta edição da revista, tudo isto acompanhado por um texto da Joana Consiglieri.

http://contemporanea.pt/Janeiro2017/Jorge-Santos/